Virtualização

UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO Andreza Moreira da Silva Francisco José baião Julio Fidélis Silveira Muniz Wagner Roberto pereira Jorge David Oliveira Araujo Junior VIRTUALIZAÇAO DESKTOP E VIRTUALIZAÇÃO DE SERVIDORES ITATIBA 2011 Andreza Moreira da Julio Fidélis Silveira M Wagner Roberto per ar 17 to view nut*ge Trabalho apresentado à disciplina de Redes do curso de graduação de Engenharia de Computação da Universidade São Francisco Campus Itatiba como exigência parcial da obtenção de média bimestral. Orientador: Prof.

Edval Piccolo de Matos RESUMO Atualmente as organizações e profissionais de TI necessitam . METODO….. 10 4. 1 MÉTODO DE PESQUISA.. 4. 2 FONTES DE INFORMAÇÕES.. 4. O QUE É VIRTUALIZACAO . . . . 5. CONCLUSÃO — 30 6. ANEXOS…. 35 1. INTRODUÇÃO O conceito de virtualização surgiu na década de 60 com o objetivo de centralizar os sistemas de computador utilizados no ambiente VM/370 da IBM. Este sistema tinha como característica simular uma réplica física em uma máquina virtual onde os usuários tinham a ilusão de que o sistema estava disponível para seu uso exclusivo.

Após um período de silêncio no mercado (década de 80 e 90), devido às aplicações e máquinas atingirem um baixo custo e doção do Windows e Linux, a virtualização volta, tornando-se uma alternativa para vários sistemas de computação, atingindo diversas vantagens como custo, portabilidade e segurança. 2. OBJETIVOS Este trabalho tem como objetivo elucidar de maneira sucinta o que é virtualização e quais são suas usabilidades, vantagens, desvantagens e custos para o cliente, Além disto, deixar o leitor apto a decidir quand do não deve usar esta PAGF cliente.

Além disto, deixar o leitor apto a decidir quando deve e quando não deve usar esta tecnologia, e quais são as melhores opções de softwares/fabricantes para cada caso. 3. MÉTODOS . 1 OBJETIVO GERAL * Especificar as vantagens e desvantagens de se realizar uma virtualização, quais os benefícios que a mesma pode trazer a empresa ou ao usuário. 4. 2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Comparar servidores * Descrever as vantagens e desvantagens do uso da virtualização * Fabricantes e seus softwares de virtualização disponíveis no mercado 4.

VIRTUALIZAÇÃO 4. 1. HISTORIA DA VIRTUALIZAÇAO O primeiro sistema de virtualização que surgiu no mercado foi desenvolvido pela IBM nos anos 60 e ganhou o nome de CP-67. O CP-67 era voltado para mainframes IBM 360/67, o que resultou em excelentes resultados para época. Após o lançamento do primeiro modelo de virtualização a IBM lançou o VM/370, mais conhecido como Monitor de Máquina Virtual voltado somente a máquinas com arquitetura estendida o que exigia uma configuração mais completa.

O sistema 370 da IBM foi o primeiro computador comercial inteiramente projetado para virtualização, que com o sistema operacional CP/CMS, permitia executar múltiplas inst¿nclas simultaneamente. Este foi seguido pelo IBM zNM, que se aproveitava da virtualização via hardware de forma mais completa, onde todas duas interfaces de hardware eram virtualizadas. O VM/CMS é muito bem conceituado e amplamente istribuído na indústria e acadêmicos. Várias PAGF30F17 grande porte da IBM.

A virtualização foi abandonada na década de 1980 e 1990, quando aplicações cliente-servidor, servidores x86 e desktops de baixo custo levaram a computação distribuída. A ampla adoção do Windows e do surgimento do Linux como sistemas operacionais de servidor na década de 1990 estabeleceu servidores x86 como padrão da indústria. O crescimento na implantação de servidores x86 e desktops também trouxeram novos desafios para infra- estrutura de TI e operacional.

Hoje, os computadores baseados na arquitetura x86 são onfrontados com os mesmos problemas de rigidez e subutilização mainframes que enfrentou na década de 1960. 4. 2. O QUE E VIRTUALIZAÇAO Virtualização é o processo de executar vários sistemas operacionais em um único equipamento (máquina f(sica). Uma máquina virtual é um ambiente operacional completo que se comporta como se fosse um computador independente. Com a virtualização, um servidor pode manter vários sistemas operacionais em uso.

A virtualização é muito mais que simplesmente consolidar servidores físicos e cortar os custos do Data Center. Para muitos fabricantes, virtualização significa ajudar departamentos de TI a maximizar a taxa de retorno e melhorar poderosamente a continuidade dos negócios. 4. 3. O QUE NÃO É VIRTUALIZAÇÃO Alguns termos como emulação e simulação confundem com a idéia de virtualização: Simulação: quando utilizado em TI significa imitar um processo ou uma operação do mundo real. Emulação: mais uma vez este termo quando aplicado em TI slgniflca reproduzir as funções de um determinado ambiente. . 4. VIRTUALIZAÇÃO X PARAVIRTUALIZAÇÃO A principal diferença prática entrea ara-virtualização e a virtualização total é que n PAGFd0F17 principal diferença prática entre a para-virtualização e a irtualização total é que na primeira o sistema operacional visitante tem que ser modificado para ser executado sobre o VMM,enquanto na segunda o VMM fornece uma réplica da máquina física, de modo que não tem a necessidade de que o sistema operacional visitante seja modificado para ter ciência de que está sendo executado em uma máquina virtual.

Outra diferença a ser notada entre as duas técnicas de virtualização é o fato de que, na virtualização total, o sistema operacional visitante tem acesso direto aos dispositivos de hardware, enquanto na para-virtualização só o sistema peracional do domínio 0 tem acesso direto aos dispositivos e as demais máquinas virtuais dos domínios U só acessam os dispositivos através do domínio O. O domínio 0 é uma máquina virtual especial que tem acesso direto aos dispositivos. Essa máquina virtual executa um núcleo Linux modificado, que é iniciado antes de qualquer outra máquina virtual.

As demais máquinas virtuais são pertencentes ao domínio U. Essas máquinas só podem ser criadas, iniciadas e terminadas através do domínio O. O hypervisor, na paravirtualização, não é capaz de fazer a comunicação entre sistema hospedeiro e istema convidado. Portanto, há a necessidade da máquina virtual no domínio O, para que haja a comunicação entre as demais máquinas e os dispositivos de hardware, já que só a máquina do domínio O acessa os dispositivos. 4. 5. VANTAGENS E DESVANTAGENS 4. 6. 1 .

Vantagens Segurança: Usando máquinas virtuais, pode ser definido qual é o melhor ambiente para executar cada serviço, com diferentes requerimentos de segurança, ferramentas diferentes e o sistema operacional ma diferentes requerimentos de segurança, ferramentas diferentes e o sistema operacional mais adequado para cada serviço. Além isso, cada máquina virtual é isolada das demais. Usando uma máquina virtual para cada servlço, a vulnerabilidade de um serviço não prejudica os demais. Confiança e disponibilidade: A falha de um software nao prejudica os demais serviços.

Custo: A redução de custos é possível de ser alcançada com a consolidação de pequenos servidores em outros mais poderosos. Essa redução pode variar de 29% a 64%. Adaptação às diferentes cargas de trabalho: Variações na carga de trabalho podem ser tratadas facilmente. Ferramentas autônomas podem realocar recursos de uma máquina virtual para a outra. Balanceamento de carga: Toda a máquina virtual está encapsulada no VMM. Sendo assim é fácil trocar a máquina virtual de plataforma, a fim de aumentar o seu desempenho.

Suporte a aplicações legadas: Quando uma empresa decide migrar para um novo Sistema Operacional, é possível manter o sistema operacional antigo sendo executado em uma máquina virtual, o que reduz os custos com a migração. Vale ainda lembrar que a virtualização pode ser útil para aplicações que são executadas em hardware legado, que está sujeito a falhas e tem altos custos de manutenção. Com a virtualização desse hardware, ? possível executar essas aplicações em hardwares mais novos, com custo de manutenção mais baixo e maior confiabilidade. 4. 6. 2.

Desvantagens Segurança: Segundo Neil MacDonald, especialista de segurança da Gartner, hoje em dia, as máquinas virtuais são menos seguras que as máquinas físicas justamente or causa do VMM . E-ste ponto é interessante, pois operacional hospedeiro justamente por causa do VMM . Este ponto é interessante, pois se o sistema operacional hospedeiro tiver alguma vulnerabilidade, todas as máquinas virtuais que estão hospedadas nessa máquina física estão vulneráveis, já que o VMM é uma camada e software, portanto, como qualquer software, está sujeito a vulnerabilidades.

Gerenciamento: Os ambientes virtuais necessitam ser instanciados, monitorados, configurados e salvos. Existem produtos que fornecem essas soluções, mas esse é o campo no qual estão os maiores investimentos na érea de virtualização, justamente por se tratar de um dos maiores contra-tempos na implementação da virtualização. Vale lembrar que o VMWare é a plataforma mais flexível e fácil de usar, mas ainda apresenta falhas que comprometem a segurança, assim como as demais plataformas.

Desempenho: Atualmente, não existem métodos consolidados ara medir o desempenho de ambientes virtualizados. No entanto, a introdução de uma camada extra de software entre o sistema operacional e o hardware, o VMM ou hypervisor, gera um custo de processamento superior ao que se teria sem a virtualização. Outro ponto importante de ressaltar é que não se sabe exatamente quantas máquinas virtuais podem ser executadas por processador, sem que haja o prejuízo da qualidade de serviço. 4. 6. TIPOS DE VIRTUALIZAÇÃO 4. 7. 1 .

Virtualização de apresentação Virtuallzação da Apresentação: trata-se do acesso a um ambiente computacional sem a necessidade de estar em contato físico om ele. Isso propicia, entre outras coisas, a utilização de um sistema operacional completo (bem como de seus aplicativos) de qualquer local do planeta, como se estivessem instalados no seu PC. O conceito é bem par PAGF70F17 PC. O conceito é bem parecido com o de acesso remoto, com a diferença de que vários usuários podem se beneficiar do mesmo sistema simultaneamente (sem interferir uns aos outros).

Em termos mais técnicos a virtualização de apresentação é quando uma estação de trabalho interage com o componente chamado servidor de apresentação, o qual é responsável pela radução das telas, das seleções de menus, e de outros tipos de entradas em uma mensagem de formato padrão (requests). Serviços de apresentação estão sendo fornecidos cada vez mais por linguagens de quarta geração, tais como Visual Basic, PowerBuilder e Delphi.

A requisição proveniente do servldor de apresentação pode ser temporariamente armazenada em disco numa fila, ou pode ser redirecionada diretamente para ser processada pelo componente chamado workflow controller (controlador de fluxo de trabalho). Este componente roteia a requisição para o servidor de transação propriado e invoca um programa desse servidor, o qual realiza o trabalho solicitado, isto é, o qual executa realmente a transação. Os primeiros monitores de transação tinham um servidor de apresentação nativo para executar a interface com o usuáro.

Nos anos 80, produtos Independentes para gerenciamento de interface tornaram-se populares, os quais ofereciam ambientes de construção de formulários do tipo wysiwig (What you see is What you get, ou o que você vê é o que você obtém) e chamavam funções de uma linguagem de programação padrão. Quando utilizamos um gerenciador de formulários que não stá totalmente integrado com o servidor de apresentação, o programador da aplicação precisa fazer chamadas para este servidor que cons servidor de apresentação, o programador da aplicação precisa fazer chamadas para este servidor que construirá a requisição.

Isto é comum quando se utiliza linguagens de quarta geração cliente/seNidor e gerenciadores de formulários projetados para interagir com dispositivos especializados, tais como leitoras de códigos de barras, terminais de autorização de cartões de crédito, caixas registradoras, bombas de combustível, robôs, ATMs e assim por diante. O propósito principal do controlador de fluxo (Workflow Controller) de trabalho é mapear as requisições recebidas para servidores de transação capazes de executá-las e enviar essas requisições aos respectivos servidores.

Se a transação produz algum tipo de saída, o controlador de fluxo é responsável por rotear essa resposta novamente para o servidor de apresentação que enviou a requisição. Normalmente, a camada de controle de fluxo executa as operações Start, Commit e Abort. Dentro da transação poderá haver chamadas para um ou mais servidores de transação.

Outras responsabilidades importantes do controlador de luxo são as seguintes: interação com o serviço de diretório; roteamento de requisições baseada em parâmetros; gerenciamento de sessões e segurança; mlnimização das sessões de comunicação; coordenação de transações aninhadas; tratamento de erros; finalmente, gerenciamento de pontos de salvamento de trabalhos parcialmente realizados (savepoints). 4. 7. 2. Virtualização de aplicação Application servers, ou servidores de aplicação, são softwares que fornecem a infraestrutura de serviços para a execução de aplicações distribuídas.

Os servidores de aplicação são xecutados em servidores e são acessados através de uma conexão de rede. PAGF40F17 aplicação são executados em servidores e são acessados através de uma conexão de rede. Este modelo é um dos mais interessantes, pois resolve muitos problemas de incompatibilidade de aplicativos nos desktops. Muitos administradores de redes e equipes de helpdeskjé passaram por situações onde determinado aplicativo X não pode ser instalado na mesma máquina que tem o aplicativo Y devido a algum conflito. Neste cenário, o servidor de virtualização de palicação controla o envio dos aplicativos para o desktop.

Nos desktops a aplicação é executada normalmente utillzando memória e processador local, porém é totalmente independente de características locais do desktop como registro, arquivos etc. Os servidores de aplicação priorizam o compartilhamento de componentes e aplicações, fazendo assim com que seja mais fácil o desenvolvimento, manutenção e gerenciamento de sistemas complexos. Em geral, os servidores de aplicação rodam em vários sistemas operacionais, como Solaris, Linux e Windows, o que permite que seja possível o desenvolvmento em uma plataforma e sua publicação para produção em outra.

Assim a máquina utilizada no desenvolvimento pode ter um custo bem inferior à de produção. 4. 7. 3. Virtualização de servidores A virtualização de servidores é uma tecnologia que permite que um único servidor físico rode, simultaneamente mais de um Sistema Operacional, mesmo que sejam heterogêneos. Em vez de pagar por muitos servidores subutilizados, cada um dedicado a uma carga de trabalho específica, a virtualização de servidores permite que essas cargas de trabalho sejam consolidadas em um número menor de máquinas que passam a ser usadas mais completamente. Este é o principal cenário da virtu 17